Profilo di Pe.Pe. RamosFotoBlogElenchiAltro Strumenti Guida
07/04/2006

SENTENÇAS DE VIDA E MORTE!

SENTENÇAS DE VIDA E MORTE!

 

"Quem não vive para servir, não serve para viver..."

Padre Ramos - Portugal

 

"Hoje é um belo dia para morrer!...".

Assim falou resignadamente um condenado à morte

Instante antes de ser executado por injeção letal,

Numa cadeia americana...

Mas será que todo dia é dia de morrer sentenciado?

Bem, com calma, discorrerei sobre dois tipos de sentenças:

Sentenças de vida e sentenças de morte.

Logo de prima, lhes falarei sobre dois tipos de sentenças de vida:

De um lado

, temos a sentença de vida do conhecimento:

O mundo, o saber do mundo, a ordem neste mundo,

O conceito de família, da sociedade, da cultura e da moral,

Da hierarquia dos ideais,

Mudam sempre na história da humanidade.

Mas no fundo o que não muda nunca

É o destino de Caím no homem.

Os corações dos poderosos, na maioria das vezes,

São levados inconscientemente

Pelas pulsões de suas maldades e injustiças.

Não realizam escolhas de fato, estabelecendo um padrão:

Com a gente é assim, com a gente é sempre desse jeito.

D’outro lado, temos a sentença de vida do sentimento:

Os corações dos poderosos

Vencem os aspectos das compulsões.

Conseguem estabelecer os significados de suas vidas

E escolhem livremente os caminhos que o levarão

A atingir as suas metas:

Dizimar diariamente o sonho dos justos.

Sendo assim, esse sonho cruel,

Coloca-se de forma adulta

Diante das situações de agressão

Aos corações dos pequeninos.

Dessa maneira, diante do inacreditável,

Eles buscam as soluções de seus problemas

E viabilizam a implantação de suas escolhas,

Sempre baseadas na autoflagelação dos corações alheios.

Agora, lhes falarei sobre dois tipos de sentença de morte:

De um lado

, temos a sentença de morte da felicidade:

O provimento da felicidade humana aumenta muito,

Na medida em que as pessoas, mas delicadas...

Ficam em liberdade irrestritas para se dedicarem às tarefas

Adequadas a variadas disposições humanas...

E o delicado aspecto do viver deduz que a lei da vida

Que auxilia os famintos tende a destruir a harmonia

E a beleza, a simetria e a ordem do sistema perfeito...

Que Deus e a natureza estabeleceram para o mundo.

Não me cabe duvidar que, se a "justiça humana",

Tivesse se defrontado como o dilema da criação:

Por conta de quê deveríamos ser autores de nosso próprio destino

Ou por medida de quê deveríamos nos contentar

Com sermos os profetas desse destino?

E por qual carga d’água ela teria decidido ser a autora

E não meramente o espetáculo.

D’outro lado

, temos a sentença de morte da razão:

A razão não pode desempenhar papel algum

Na criação de um mundo mais razoável.

Se um agitador social ou revolucionário acredita

Que sua inspiração é o ódio à injustiça

E o amor à justiça, então ele é em grande parte,

Vítima da ilusão,

Como qualquer outra pessoa, por exemplo,

Os apologistas da velha ordem.

Dessa forma,

Se o homem e seus objetivos são num certo sentido,

Produto da sociedade é bem verdade.

Mas também é verdade

Que a sociedade é produto do homem

E de seus objetivos e que pode sê-lo ainda em maior medida.

Existe uma tendência cada vez mais forte no sentido

De tornar conscientes os fatores pelos quais temos sido

Governados inconscientemente até agora...

Aqueles que temem que nosso conhecimento cada vez maior

Dos fatores determinantes de livre-arbítrio

Possa paralisar nossas decisões

E ameaçar a liberdade de pensamento - podem ficar descansados.

Só é verdadeiramente determinado àquele que não conhece os fatores

Determinantes mais essenciais, mas age de forma imediata;

Sob a pressão de determinações que crê, até então, desconhecidas.

A liberdade é o reconhecimento da necessidade.

Não sendo assim, as infelicidades e as incertezas,

Tornam-se sentenças de vida e morte!

 

Por Benny Franklin