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2/9/2009 ATÉ SEMPRE...1/10/2008 HOMENAGEM DE G.B.QUERIDO PADRE RAMOS!...
SEMPRE TÃO OCUPADO! MAS SEMPRE PRESENTE NA MINHA VIDA. ENVIA-ME NOTÍCIAS, MANDA SEMPRE UMA MENSAGEM… ÉS UM AMIGO QUERIDO. PEÇO SEMPRE A DEUS QUE NUNCA, VOCÊ PADRE RAMOS, ME FALTE. SEM DESMERECER NINGUÉM, MAS PADRE RAMOS É O MAIS FIEL DOS AMIGOS. SERÁ SEMPRE FELIZ QUEM TIVER PADRE RAMOS EM SUA VIDA. UM ANJO LÁ EM PORTUGAL. QUE DEUS TE ABENCOE PADRE RAMOS. QUE VOCÊ VIVA MUITOS ANOS, PORQUE TEM MUITA GENTE QUE PRECISA DE Si. PADRE RAMOS PODE TER CERTEZA QUE AQUI NO BRASIL, NUM ESTADO BEM LONGE, ACRE, MORA ALGUÉM QUE AMA MUITO VOCÊ. JINHO NA ALMA EU G.B .
OBRIGADA ESTIMADA AMIGA G.B. PELA SUA BONITA E SIMPLES HOMENAGEM!... RECONHEÇO QUE, NÃO SOU MERECEDOR DE TANTA ESTIMA E DE PALVRAS TÃO ADJECTIVADAS. CREIA PORÉM QUE, MESMO AUSENTE NESTE ESPAÇO, VOCÊ E TODOS OS MEUS AMIGOS ESTÃO SEMPRE MUITO PRESENTES EM MIM PORQUE ESTÃO BEM DENTRO DA MINHA LEMBRANÇA E DO MEU CORAÇÃO. LEMBRO E REZO DIÁRIAMENTE A DEUS POR VOÇÊS. QUE ELE A TODOS DÊ A GRAÇA DE SEREM FELIZES NA TERRA E QUE UM DIA, A TODOS POSSA RECEBER NA SUA ETERNA MORADA PELO MUITO, DE BOM, QUE SOUBERAM SEMEAR NO MEIO DOS HOMENS. OBRIGADA G.B. LHE AGRADEÇO DO FUNDO DE MEU CORAÇÃO. SÃO GESTOS, COMO ESTE, QUE MESMO SIMPLES DIZEM MUITO, DENTRO DE NÓS. QUE DEUS A AJUDE NA SUA VIDA E LHE DÊ MUITA SAÚDE, ALEGRIA, PAZ E AMOR!... HOJE E SEMPRE SEJA SEMPRE FELIZ G.B.
O Amigo: Pe. Ramos 9/10/2007 MINHA MÃE!...RETRATO DE MÃE
7/3/2007 UM SACERDOTE...UM SACERDOTE...
5/25/2007 A VIDA...*´·.¸.·´* (¨´·.·´¨) * . * . * . ..* ... *´·.¸.·´ * *. * . * . * ... * . * 12/7/2006 FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVOFELIZ NATAL! FELIZ ANO NOVO!O AMOR SERÁ SEMPRE A LEI QUE REGERÁ A NOSSA ESPERANÇA!
Dedicado aos amigos de todos os dias e especialmente à Padre Ramos. Lamego, Portugal.
“Que este poema cubra como seu manto de solidariedade Todas as pessoas sofridas de cá e de longes terras, sobretudo, aquelas pessoas solitárias; Que, escondidas nos pântanos da vida, estão sempre a chorar. Dedico-as do fundo d’alma”.
Feliz Natal!... Feliz Ano Novo!...
Desde que não faltem alimentos nas mesas vizinhas! Desde que não existam crianças vivendo na lama! Desde que o perdão não seja a bola da vez! Desde que pululem auroras sobre todas as vinhas!
Feliz Natal!... Feliz Ano Novo!...
Desde que a mansidão dos fracos Não se molde à petulância dos fortes! Desde que a ilusão dos ricos não se transforme Em desesperança dos pobres! Desde que o coração humano faça brilhar na terra A luz que abolirá a iniqüidade! Desde que o homem ideal Não seja o super-homem irreal De todos os ritos!
Feliz Natal! Feliz Ano Novo!...
Desde que o grão da vida Não se copule em amizade desdita! Desde que as pessoas não se envergonhem Das belas rosas do charco! Desde que as orquídeas selvagens Transcendam as flores da maldade! Desde que o pão da vida Não seja o pão da discórdia Razão pelo qual O homem ainda se roube E se mate!
Feliz Natal!... Feliz Ano Novo!...
Desde que o sol de dezembro Seja bem maior que todas as nossas tristezas! Desde que o céu de Belém Seja mais claro que todas as nossas incertezas! Desde que a brancura da vida Seja a coroa da nossa eterna humildade! Desde que o amor da roseira Seja bem maior que o amor em pedaços!
Feliz Natal!... Feliz Ano Novo!...
...Feliz Mundo!... Feliz Tudo!... ...Feliz Amizade! ...Feliz Agora!... ...Salve a Vindoura Justiça!... ...Salve a Perfeita Liberdade!... ...Salve o Amor que nos une!...; ...Desde que a misericórdia divina Possa nos presentear a eterna felicidade Que ainda acreditamos existir!...; ...Porque de agora em diante O AMOR SERÁ SEMPRE A LEI QUE REGERÁ A NOSSA ESPERANÇA!...
Feliz Natal!... Feliz Ano Novo!...
Por Benny Franklin 8/18/2006 PEDRA DE FERIRPEDRA DE FERIR FIRMAMENTO! (Por que razão existem as injustiças humanas?) A Padre Ramos e Bruno Monteiro pela luta em favor dos desamparados. Dedico. "Se todos os seus esforços forem vistos com indiferença, não desanime. Porque também o sol, ao nascer, dá um espetáculo todo especial, E no entanto a maioria da platéia continua dormindo..." I Pedra ruím rolou: - já era tempo de rolar!... Nuvem negra fugiu: - já era tempo de fugir!... Lágrima talhada caiu: - já era tempo de cair!... Vergonha insana afundou: - já era tempo de afundar!... Contentar-me-ia em ver O homem arredar pedra do caminho, Afugentar nuvem pesada do céu, Sentir vergonha na cara, Enxugar lágrima sentida. Lobo mal rosnou: - já era hora de rosnar!... Chuva ácida desabou: - já era hora de desabar!... Sangue azul esquentou: - já era hora de esquentar!... Mãos tremidas se deram: - já era hora de se dar!... Contentar-me-ia em ver O homem se unir ao lobo, Aproveitar-se da chuva, Ver o sangue lhe subir à cabeça, Dar as mãos. II Por que razão meu Deus Ainda não se revoltou o meu tempo? Por que razões Existem as injustiças humanas? Ó tempo breve em que convivo hoje e agora, Quando tu proferirás ao homem a rápida resposta que lhe falta? Ir-se-á ainda mais longe, Até o atrelamento das revoltas subumanas e espirituais? Que haverias de responder Senão que o sofrimento nos aplica Uma ação justa e defende uma causa verdadeira? Ressalto-vos agora que tais revoltas vividas Continuamente supõem outras, As quais são imprescindíveis levar em conta O que o homem tem à sua volta. Por que razão Ainda não se revoltou o meu tempo? Por que razões Existem as humilhações humanas? Ó tempo ácido cuja revolta não se acovarda Debaixo de tapetes sujos da alma, Quando tu desvendarás ao homem o segredo da vitória que lhe falta? Ir-se-á ainda mais adiante, Até a fomedez das sandices humanas e materiais? Observar-se-á já que tais insubordinações vividas Sempre supõem outras, As quais são mister levar em conta O que o tempo tem à sua volta. III Meu único tempo, que vaga ao léu no presente, Terá que fazer a vergonha e a injustiça se arrepender de produzir covardia; Terá que fazer a coragem se desprender do mármore do fogo eterno. Mas não teremos sido, a esse respeito, Vitimas de uma ilusão? A vida é feita de lembranças e fomes - da ordem de milhares – E lembranças mal-paridas não são suficientes para desvendar Bulimias e desilusões expressivas na constância da fomedez humana. Se buscarmos encontrar subsídios elucidativos A cerca da coragem de gritar contra as injustiças diárias Tratemos de buscar novas portas, Pois estas portas que os canalhas de plantão e de mandato vencido Nos apresentam como forma heróica e salvadora de revolta, Morreram como sanguessuga há milhares de anos. Decerto, um outro caminho se abrirá: O real avivamento de revoltas pessoais. Poder-se-ia também transformá-las em levantes diários e duradouros. O que vale dizer que será entupido O rego entre insatisfação e força, E que ambas disporá de uma base popular Para a luta e a ação. IV Mas, guardadas as devidas proporções, Não existe nada além de seres humanos revoltados, Ligados uns aos outros por uma série ilimitada De insatisfações sociais. Não se afligiu então a vida o bastante? Ou não seria isto, ao avesso, Uma seqüela desta utopia analítica mais animal? Dispensarmo-nos por ideologias vagas e voadoras, Não constitui procurar acrescer subsídios numerosos e ilusórios Para entendermos finalmente que muitas utopias são prejudiciais. Diante desta conjuntura insuportável, Onde o ser humano não enxerga um palmo à sua frente, Não é de assustar que os grupos opostos reagissem Cada um de acordo com seu caráter ideológico. Alguns optam apreciarem revoltas pouco substanciais, Onde a coragem é suficientemente densa. Outros abrem o abanador; Outros ainda buscam uma saída medianeira. No entanto, Sempre cioso de enfocar meu ponto de vista, Contentar-me-ei em advertir O perigo da formação de insignificantes revoltas: A licitude de correlação de forças humanas, Mesmo baseada Numa obstinação de adesões superiores Às forças contrárias. O resto é o resto! É pura bobagem, negrume da rosa, assombração; É medo de ser livre para voar.
Por Benny Franklin6/22/2006 DEUS - O VENCEDORO HOMEM – ESSE DESCONHECIDO! (Nem humano, nem semideus) A Padre Ramos e Adriana Costa. Dedico.
"Faço ranger os dedos sobre as teclas e sigo o rastro do sol, com a minha cauda de pavão, dragão, sei lá - só sei que nada me calará, nada me lançará ao abismo, nem me envenenará as intenções." Blog Vida
I Sim. Ele dissimulava possuir realeza e coração. Seu reino era de barro; seu coração parecia vidro. Seu olhar de cobra e tarântula derramava amor sobre todos do lugarejo, Violentados por cobras e lagartos... E os homens dotados de desamor e ruindade Não a tinham reconhecido como potente anjo de Deus. Sendo vulcão em erupção entrara de soslaio nos corações humanos. Tornara-se um estranho no ninho, Pois o poder de suas sábias palavras Havia rompido a barreira do inferno humano. Sim. Todos lhe tratavam com indiferença A ele, não fazia diferença alguma em ter que beijar a prostituta, Ou ter que morrer nos braços de seus algozes. Inclusive, já tinha sido até convidado a se retirar de mala e cuia dessa cidadezinha Perdida por entre os rochedos mais pontiagudos da terra... Porém, quando teve que recorrer à força e ao poder de sua oratória, Fez estremecer igrejas, hóstias e Sacristias. Sim. Era um domingo à tarde, Ninguém havia notado sua pacata presença no altar. Também não era ligado às coisas da terra, Mas notava-se que ele tinha franca intimidade com as coisas do céu! Devido o vai-e-vem do rush urbano Desandou a morrer de sono, frio e cansaço No calcanhar da Matriz local. Ali ficava horas a fio!... Sim. O Homem – Esse Desconhecido! Aparentava ser um árvore forte - Ipê, talvez. E porque homem constituído de terra e água, Percebia-se seu coração estar travado de expectativa e esperança...; Porquanto traído pelo velho amigo do peito, Habituara-se a viver só, escondido e cabisbaixo. II Desde aquele primeiro calvário Um grande cadeado de vento e orgasmo (Prendido a seu sexo) O conservara a sete chaves ante o segredo do universo...; E o seu universo pessoal estava em franca ebulição. Seu pecado pesava mais que a dor de sua fome. Mas agora, despertado de vida e luta, Iniciou caminhar sem rumo e sem expectativa definida, Vez que sua bússola de gente e alma o mantinha agonizante, Mal informado e intolerante: Julgavam-no ser a parte pior dos espécimes animalescas, Pois sempre se mostrou ser um homem justo. Sofreu a dor dos justos. Havia tempo que a falta de escrúpulo do novo homem Demovera sua imediata arrancada da terra, Preferira ficar aqui e salvá-lo através da palavra. Frente ao poderosos Tornara-se um Homem - Esse Desconhecido! E era um homem bom! Porque desprezado por todas as nações, prometeu salvar o planeta, Teimando remover o ódio milenar Que ainda hoje impera sobre todas as nações desumanas. Como ator, anjo do céu, participaria da farra do boi. Embora sendo tenebrosa a dor do martírio nada lhe metia medo. Momento após momento mostrava-se forte. Era um gigante de dois metros. Prometera a si próprio que nunca fraquejaria ante o caminhar sob sol. E o sol estava a pino... III Que o sol não brilharia para todos, disso ele sabia. Preparado para a entrar na farra, seu corpo carecia afago. Sob o peito repleto de estrelas a vida ruminava sua fome. Sim. O mundo com seus pecados e vícios não se habitava só; Pois que ainda restara esse homem e a sua coragem. E o seu universo paralelo estava em evolução... Tornara-se homem com todos os seus vícios, um homem! Sua língua afiada lambia como sentia o espocar das feridas da vida. Seus dedos fediam fome, nicotina e suor. Seus lábios trêmulos de fome e mulher Era só emoção e lembrança. Sim. Um dia esse homem possuiu riquezas materiais e celestiais; Um dia o poder do universo havia lhe pertencido. Encarnara ser homem dotado de todos os sofrimentos. Por isso, de seus dilatados olhos azuis Porque multifacetados de angustia e tormento, Decaíam lágrimas de iodo e cachaça. Suas enormes pernas bambas toleram a canseira, Mas seu coração não aceita a falta de amor do homem. Seus sonhos e os seus ressentimentos Buscam incessantemente o colo da liberdade. Sim. Eu vi. Aquele homem era somente um homem, E caminhava sob o sol resistindo de estômago a estômago, Sem fortuna, sem pátria. Suas visões de vida não estavam somente embaçadas de frio e desejo; Senão de agonia e malquerer. IV A noite estava profunda. No céu a lua espraiara sob a terra suas luzes de prata e preguiça. Sob o orvalho crepuscular daquele lugarejo perdido Uma Mercedez-Benz preta deslizava sua soberba Sobre o negrume do asfalto. Chegara a nona hora do povo E o povo estava agasalhado de poder E poder estava repleto de ódio. Chegara a vez dos homens e dor reluzia a favor da covardia; Uma vez que a decisão dos ímpios estava tomada: - Morte ao Homem – Esse Desconhecido! Lá fora, movido pela falta de escrúpulos Alguns viventes da terra de meu Deus, Festejavam condenar um animalejo qualquer E o condenaram!... Mas cabe à humanidade indagar: - Por que não libertar um homem condenado A abastar-se de Deus?
Por Benny Franklin 4/7/2006 SENTENÇAS DE VIDA E MORTE!
8/12/2005 OH DEUS! QUANDO ROLARÁ OUTRA LÁGRIMA?OH DEUS! QUANDO ROLARÁ OUTRA LÁGRIMA? A padre Ramos, Portugal. Dedico.
Oh Deus Por onde andarás que não te achamos; Quando em estado de súbita desventura Suplicamos a tua justiça? Por onde vagas que não te vemos; Quando em corpo esfaimado de dúvidas Lutamos contra o mau tempo? Vede quanto a terra sofre E vede também, o quanto é triste ver o homem Padecer de frio, dor, fome e solidão! Por que meu Deus, Nós nascemos criaturas cegas; Já que, nem sequer podemos a tua face desvendar, E muito menos morrermos imersos em lânguida ilusão? Por que meu Deus, guerras são criadas; E endemias são autorizadas a destruir As nossas vidas e a esconder os crime de nossas mãos? É o caso de perguntar-te: Não seria ideal, meu Deus, Que o homem vivesse num circo de felicidade E não num pântano de incontidas lágrimas de desigualdades? Dizei-nos enfim, Quando chegará o dia em que a terra e o homem viverão Sob bodas de eterna afeição? Nós sabemos e vós que é Deus também sabeis que, A Onisciência vem de ti, e não nos pertence! Que a Onipresença está em ti, e não nos pertence! Que a Onipotência cabe em ti, e não nos pertence! Existirá fome de guerras, fome de terras, Terras sem guerras, sem fomes, e beija-flores sem codinomes? Quem meu Deus, impiedosamente, Nos impôs tal desvelo que é morrer para viver-se no lodo da fome Que se agiganta no ávido coração da terra, Alimenta-se do cerne da ganância E se apaixona pela dor de quem sofre o desprezo da vida, Impedindo-nos da livre mansidão? Oh meu Deus, existem guerras e cabem fomes, Existem santos e sobram homens, Mas o quê nos virá depois que a nuvens escuras Baixarem fogo e espada sob o traseiro da terra? Quem virá desprender-nos dos laços do passarinheiro? Quem virá desligar-nos dos tubos da ignorância? Quem virá proteger-nos da chuva da prepotência O quê nos caberá depois que a vida acabar com as tsunamis, Com os terremotos, maremotos, fomes diárias, proliferação da Aids, Com a vida de milhões de miseráveis? Não seria o sofrimento uma fria utopia que os poetas Desdizendo da fome - o inventaram? Não seria o sofrimento um triste galardão que os santos Desdizendo das dores – o inventaram? Não seria o sofrimento um ávido brocardo que os anjos Desdizendo da vida – o inventaram? Por que na terra o homem sofre, Se a ele é reservada nos altos céus a chave da mansão dos ricos? Seria a riqueza uma certeza comestível Ou um alimento temporal? Seria a miséria uma vibração inteligível Ou uma consagração irreal? Dizei-nos enfim, Quando chegará o dia em que a fome e o homem viverão Sob núpcias de eterna paixão? Nós sabemos e vós que é Deus também sabeis que, A compaixão vem de ti, e não nos pertence! Que a misericórdia está em ti, e não nos pertence! Que o perdão cabe em ti, e não nos pertence! Assim sendo, meus Deus, Aonde erramos – se é que erramos? Mas, se ainda continuamos errando, Então perdoai-nos, alimentai os bolsões famintos, Derrotai guerras, dores e injustiças; Ponde o amor no coração do novo homem. Pois, se não me falha a memória, Derramaste uma lágrima no filme de Mel Gibson, E cabe, por fim, perguntar-te: OH DEUS, QUANDO ROLARÁ OUTRA LÁGRIMA?
Por Benny Franklin |
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